X pode voltar a operar no Brasil, diz presidente do Supremo

  • X pode voltar a opera no Brasil, diz presidente do Supremo Tribunal Federal.
  • Luís Roberto Barroso disse em Nova York que a plataforma é bem-vinda ao Brasil.
  • X indica advogada no Brasil, mas Moraes quer mais documentos.
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Mais um capítulo o imbróglio do X no Brasil. A novidade desta vez foi uma declaração do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso. O jurista disse em Nova York que a plataforma é bem-vinda ao Brasil.

Barroso que está na cidade americana participando da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU), disse à Folha de São Paulo,

Idealmente, se o X, como qualquer empresa, tiver representação no Brasil e disposição de cumprir a legislação brasileira e as ordens da Justiça brasileira, será bem-vindo de volta.

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X indica advogada no Brasil

Suspenso em agosto após descumprir medidas judiciais do ministro Alexandre de Moraes, o X burlou na semana passada o bloqueio da plataforma no país. Com mais de R$ 18 milhões em multas , a empresa indicou a advogada Rachel de Oliveira Villa Nova Conceição , como represente legal no Brasil.

Apesar da nomeação de Conceição, Moraes quer mais comprovações de que a advogada é de fato a representante legal do X. O ministro quer mais documentos que demonstram a ligação dela com a rede social, mas Raquel já ocupava o cargo antes do fechamento da plataforma em território brasileiro.

Enquanto isso, a rede social permanece bloqueada e outras redes se despontam como uma alternativa para os usuários.

Redes sociais descentralizadas e Odysee podem ser alternativas?

A discussão sobre liberdade digital ganhou as manchetes de jornais após o recente bloqueio do X no Brasil. O debate sobre liberdade digital e o uso de plataformas descentralizadas voltou a ocupar um lugar central no debate público.

O episódio, que restringiu o acesso a uma das maiores redes sociais do mundo, levantou preocupações sobre a concentração de poder em big techs. E, principalmente, como essa centralização afeta os direitos dos usuários à comunicação e liberdade de expressão.

Nesse contexto, as redes descentralizadas, como a Odysee e a tecnologia do Arweave, surgem como alternativas mais resilientes e promissoras para os brasileiros. Ampliando, sobretudo, o leque de possibilidades de mídia independente.

Com sete milhões de usuários mensais, a rede social se vende como uma ferramenta criada para ser uma alternativa ao YouTube. E principalmente, afirma que não há censura e nem aquelas propagandas intermináveis que afastam os usuários.

A Odysee, plataforma de compartilhamento de vídeos construída sobre a tecnologia Arweave, representa principalmente uma nova abordagem para a mídia digital. Ela chegou no Brasil em 2020.


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