Brasil é o país com mais fintechs na América Latina

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EM RESUMO
  • Houve um crescimento de 112% no número de fintechs atuantes na América Latina e Caribe, segundo o IDB.

  • Brasil é responsável por 31% dessas empresas, maior número de toda a região.

  • Fintechs do setor cripto têm tido cada vez mais destaque.

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Novo estudo do Banco Interamericano de Desenvolvimento (IDB) mostra que o Brasil continua liderando a América Latina na criação e adesão de fintechs.

Empresas que unem a tecnologia com serviços financeiros, as fintechs têm se multiplicado cada vez mais na América Latina e Caribe. Conforme dados levados pelo IDB, houve um crescimento de 112% deste setor em toda a região entre os anos de 2018 e 2021.

Dessa forma, os países latino-americanos agora possuem aproximadamente 2.500 fintechs oferecendo serviços e produtos digitais para a sua população – mais de 20% de todas as empresas deste segmento existentes ao redor do mundo.

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Brasil: lar das fintechs

O IDB ressalta que o Brasil continua sendo o país da região com maior número de empresas, projetos e startups que se enquadram neste segmento. Responsável por 31% do total de fintechs existentes, o país é seguido pelo México e Colômbia, que possuem 21% e 11%, respectivamente.

Por aqui, existem mais de 750 fintechs, tendo grande destaque empresas como Nubank, XP Investimentos, PicPay e Banco Inter. No setor cripto, se enquadram neste aspecto as exchanges, como o Mercado Bitcoin – primeira empresa relacionada à criptomoedas a atingir o status de unicórnio na América Latina – e a Alter, fintech que inovou ao oferecer cashback em Bitcoin (BTC) para os seus clientes.

Para Andrés Fontao, sócio-diretor da Finnovista, empresa que ajudou o IDB a realizar o estudo, nem mesmo as incertezas político-econômicas do Brasil e dos demais países da região devem desacelerar o crescimento atual deste segmento:

“Embora as perspectivas de recuperação na América Latina ainda não sejam claras, o setor de fintechs passa por uma fase que pode ser categorizada como exuberante. Esse sentimento se reflete no investimento disponível para as startups, seja na forma de dívida ou capital, que cresceu em um período em que as propostas de valor oferecidas pelas fintechs têm sido ainda mais relevantes”.

Covid-19 e falhas do sistema financeiro impulsionam o setor

Para o IDB, ficou claro que a pandemia causada pelo Covid-19 impulsionou a digitalização de diversas atividades, fazendo com que as empresas que oferecem serviços digitais aos seus clientes aumentassem sua base de clientes.

Já Juan Antonio Ketterer, chefe da divisão de Conectividade, Mercados e Finanças do BID, as fintechs estão se tornando fundamentais para “promover uma maior inclusão financeira” da população latina:  

“As fintechs têm um grande potencial para expandir o crédito em setores como micro, pequenas e médias empresas e segmentos da população que são comumente excluídos”.

O IDB destaca que há atualmente uma “crescente demanda por serviços financeiros não fornecidos pelo setor financeiro tradicional”. Pode ser incluído neste quesito produtos e serviços relacionados ao criptomercado, visto que a demanda por ativos cripto tem crescido cada vez mais no Brasil e em toda a América Latina.

As atividades que representam o maior número de fintechs atuantes foram o de pagamentos e envio de remessas (25%), empréstimos digitais (19%) e crowdfunding (5,5%) – todos setores que podem ser realizados por meio de criptomoedas e projetos relacionadas a finanças descentralizadas (DeFi).

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Anderson atua como redator para o BeInCrypto, escrevendo sobre as principais notícias sobre o criptomercado e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, ele participou de projetos relacionados a trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados a criptomoedas. Formando em Administração, está cursando pós graduação em Investimentos e Blockchain pela EA Banking School.

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