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Bradesco tokeniza ativo em piloto do Banco Central

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Atualizado por Júlia V. Kurtz

EM RESUMO

  • Bradesco faz primeira tokenizaçao de um ativo financeiro e a primeira do mercado financeiro regulada pelo Banco Central.
  • Transação piloto aconteceu em ambiente regulado pelo Banco Central do Brasil.
  • Emissão de Cédula de Crédito Bancário (CCB) foi feita com a Bolsa OTC Brasil, dentro do sandbox regulatório do BC.
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O banco Bradesco fez a primeira tokenização de um ativo financeiro e a primeira do mercado financeiro regulada pelo Banco Central. A operação piloto feita com a Bolsa OTC Brasil emitiu uma Cédula de Crédito Bancário (CCB) no valor de R$10 milhões.

A efetivação da transação aconteceu dentro do sandbox regulatório do BC, ambiente regulado da instituição financeira para empresas interessadas e autorizadas pelo Banco Central do Brasil podem testar projetos inovadores nas áreas financeira ou de pagamento que beneficiem a sociedade e o país.

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“Continuamos trabalhando e testando os benefícios da tecnologia blockchain utilizando o seu ecossistema de inovação, o Inovabra, para que novas operações sejam disponibilizadas aos nossos clientes”, afirma o Diretor Executivo do Bradesco, Edson Moreto.

Para o CEO da Bolsa OTC Brasil, Paulo Oliveira, “a primeira tokenização de uma CCB dentro do ambiente regulado do Banco Central do Brasil ocorre em um momento decisivo para o desenvolvimento do mercado de ativos digitais no país e no mundo, destacando ainda mais a sofisticação e o poder inovador do sistema financeiro brasileiro.

Além disso, a operação usa tecnologia blockchain, que permite a captação de funding por empresas a um custo menor, com uma segurança maior do que nos mercados tradicionais, aumentando ainda as possibilidades de liquidez de um mercado secundário de títulos privados no Brasil”.

Bancos de olho nos criptoativos

A adesão ao ecossistema da web 3.0 não é exclusividade do Bradesco. Várias instituições do país e que atuam no Brasil também já têm seus próprios projetos.

Um exemplo é o Itaú Unibanco, que, além de estar envolvido no projeto do Real Digital, anunciou a intenção de oferecer serviços de comércio varejista de criptomoedas em 2022.

A instituição acredita na digitalização de ativos financeiros tradicionais em uma blockchain para tornar as criptomoedas amplamente disponíveis. A corretora brasileira XP também estendeu a negociação de criptomoedas para seus clientes.

Já o Nubank lançou o Nubank Crypto em seu novo aplicativo bancário, para permitir a negociação de criptomoedas.

O Santander Brasil, que já conta com um departamento apenas para tratar de ativos digitais, fez uma transação no ambiente do sandbox da CVM e emitiu a primeira debênture tokenizada, no valor de R$ 40 milhões, para a Indigo no começo de dezembro de 2022. A operação aconteceu em parceria com a tokenizadora Vórtx QR que já possuí autorização da autarquia.

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Aline Fernandes
Aline Fernandes atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por diversas redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural, Canal do Boi, SBT, Record e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 -...
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