A Base, blockchain de segunda camada incubada pela Coinbase, abriu seu primeiro hub na América Latina. O espaço, batizado de “Base Node”, fica em Florianópolis.
A iniciativa marca a chegada oficial da rede ao continente. Atualmente, mais de 50 startups brasileiras já operam sobre a Base, que funciona como uma camada de escalabilidade para reduzir custos e acelerar transações no ecossistema Ethereum.
Base Node reforça posição do Brasil no ecossistema cripto
O hub está instalado dentro do Ethereum Hub, em Florianópolis. O objetivo é apoiar fundadores, desenvolvedores e contribuidores individuais que atuam com blockchain no país.
O espaço foi concebido como ponto de encontro para colaboração e desenvolvimento de projetos. A programação prevista inclui eventos, sessões de trabalho e iniciativas de compartilhamento de conhecimento. O local também conta com estrutura completa para produção de podcasts e vídeos.
Segundo a empresa, o foco está em conectar talentos locais a oportunidades em trading, stablecoins e no Base App. Stablecoins são criptomoedas atreladas ao valor de moedas tradicionais, como o dólar, usadas para reduzir a volatilidade típica do mercado cripto.
Florianópolis vira vitrine da Base na América Latina
A escolha da capital catarinense reflete o peso crescente do Brasil no mapa global de ativos digitais. Guilherme Bettanin, Latam Lead da Base, afirmou que a região tem se destacado pela qualidade dos desenvolvedores e pela velocidade de adoção de soluções baseadas em blockchain.
O executivo destacou que o novo espaço busca liderar essa onda de inovação e conectar players locais a uma rede global. O acesso ao Base Node será por convite, com abertura inicial para as startups brasileiras que já operam na rede.
Builders que atuam fora do ecossistema da Base e queiram se conectar à comunidade também poderão participar. A proposta é apoiar a próxima geração de projetos voltados ao dia a dia da chamada economia onchain, termo que descreve atividades financeiras executadas diretamente em redes blockchain.





