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Secretário de economia do Rio de Janeiro comemora chegada da nova Bolsa de Valores

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Escrito por
Aline Fernandes

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Editado por
Thiago Barboza

06 março 2024 15:00 BRT
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O Rio de Janeiro está investindo pesado no mercado financeiro e de criptoativos com objetivo de ser uma das cidades referência nos temas desde o final de 2021.

Com várias iniciativas como incentivo fiscais para que empresas tech e financeira voltem a operar na Cidade Maravilha, o destaque fica com o retorno de uma bolsa de valores no Rio de Janeiro.

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Com previsão de ser inaugurada em 2025, o secretário municipal de Desenvolvimento Urbano e Econômico do Rio de Janeiro, Chicão Bulhões (Partido Social Democrático) comemora a notícia.

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“Um dos símbolos do esvaziamento econômico foi a saída da Bolsa de Valores da cidade. Temos agora um novo símbolo dessa recuperação: nascerá em 2025 uma nova Bolsa de Valores no Rio de Janeiro! @mubadala parabéns e obrigado por apostarem na cidade para essa nova Bolsa! Contem conosco!” disse o político no Instagram.

Chicão também lembrou o anúncio recente da B3 – Bolsa de Valores de São Paulo, que começou a investir na primeira Bolsa de Ativos Ambientais do país, também no Rio, através da @acx.global.

Rio quer impulsionar mercado financeiro e gerar mais empregos

Para o secretário os anúncios são provas “de que a nossa cidade bomba quando tem gestão de verdade e visão de longo prazo, liderada pelo prefeito @eduardopaes! O mercado financeiro vai voltando…”

Gerida pela Mubadala Capital, a futura bolsa carioca chegará para concorrer com a B3 e impulsionar o mercado financeiro local, e consequentemente gerar mais empregos.

Outro objetivo do novo empreendimento é “fortalecer o desenvolvimento de produtos e ofertas de negociação eletrônica para ampliar a conexão com as principais Bolsas da América Latina e Estados Unidos.”

Segundo Bulhões, a vinda da Mubadala Capital é um sinal de que o Rio está fazendo muito bem o seu dever de casa. E a cidade está recuperando a confiança do carioca e o investimento do capital nacional e internacional.

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Essa notícia veio se somar ao anúncio da B3 no final do ano passado, que fechou parceria com a ACX Brasil para lançar a plataforma de negociação de créditos de carbono no Brasil. E a ACX também está sediada no Rio.

Mercado verde em alta

O político que também é advogado nos disse que a capital fluminense saiu na frente, incentivando o mercado voluntário de crédito de carbono – e vai destinar até R$ 60 milhões em créditos de carbono para empresas que forem ao mercado neutralizar suas emissões, além de ter baixado o ISS de 5% para 2% para empresas que atuarem no setor.

Segundo Chicão, o mercado é muito promissor. E o Rio arrecadou quase meio bilhão de reais (R$ 471,8 milhões) em impostos (ISS) em 2023, sendo um dos principais segmentos que pagam impostos na cidade.

“Atualmente várias assets estão instaladas na cidade, gerindo centenas de bilhões de reais. O Rio também é sede da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e BNDES, além de ter as principais escolas de economia do país, como a FGV e PUC-Rio.”

A nova Bolsa do Rio, que será presidida pelo ex- Ágora e Genial Investimentos, Claudio Pracownik, terá negociação de ações, derivativos, câmbio e commodities. “Com mais concorrência, o mercado financeiro brasileiro tende a ficar mais diversificado e cada vez mais empresas e instituições financeiras estarão no Rio, criando empregos e renda na cidade”, concluí o secretário carioca.

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