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Meta demite 11 mil funcionários, mas mantém planos de metaverso

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Atualizado por Anderson Mendes

EM RESUMO

  • Mark Zuckerberg anunciou o corte de 11 mil funcionários da Meta nesta quarta-feira (9).
  • Decisão teve que ser tomada para que a empresa se tornasse “mais enxuta e eficiente”, segundo o CEO.
  • Apesar de sofrer cortes de orçamento, divisão relacionada ao metaverso segue sendo o principal foco da companhia.
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A Meta cortou 13% do seu quadro de funcionários nesta quarta-feira (09). A medida foi tomada para diminuir os custos da companhia, que tem acumulado prejuízos em seus projetos de metaverso.

Rumores de que a gigante de mídia social e tecnologia estaria preparando uma onda de demissão em massa circularam na mídia essa semana, e foram confirmados pelo CEO da empresa, Mark Zuckerberg.

O criador do Facebook disse que a decisão foi uma das mais difíceis da história da Meta, e lamentou pelos 11 mil funcionários que perderam os seus empregos. Ele ressaltou que a atitude teve que ser tomada para que a empresa se tornasse “mais enxuta e eficiente”.

Zuckerberg enfatizou que os cortes eram necessários em meio a desaceleração vista na economia global pós-pandemia. Outros fatores como o aumento da concorrência do mercado, em especial com o TikTok, além das crises e escândalos que afetaram a imagem do empresário e da empresa nos últimos anos contribuíram para as quedas de receita nos últimos meses.

A Meta registrou um lucro de US$ 4,4 bilhões no terceiro trimestre deste ano, menos da metade do valor visto no mesmo período de 2021. O foco no metaverso parece não ter ajudado, com a companhia acumulando prejuízos milionários desde a sua mudança de nome e intenções de explorar alternativas com a tecnologia.

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Meta segue acreditando no metaverso

Anteriormente, Zuckerberg chegou a dizer que os gastos em torno do metaverso precisariam ser reduzidos após os prejuízos da sua divisão de realidade virtual e aumentada, o Reality Labs, chegar a US$ 3,67 bilhões nos últimos meses. Isso gerou especulações de até que ponto o empresário estaria disposto a investir neste setor, já que muitos acreditam que as empresas de games terão mais sucesso em torno do metaverso.

Porém, o CEO da Meta segue confiante que este será o futuro da companhia. Apesar do Reality Labs sofrer uma redução de orçamento, outras divisões responsáveis pelo Facebook, Messenger, Instagram e WhatsApp tiveram cortes ainda maiores.

O empresário ainda fez questão de enfatizar a “visão de longo prazo para o metaverso” da companhia. “Fundamentalmente, estamos fazendo todas essas mudanças por dois motivos: nossa perspectiva de receita é menor do que esperávamos no início deste ano e queremos ter certeza de que estamos operando de forma eficiente tanto na família de aplicativos quanto no Reality Labs”. disse Zuckerburg.

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Anderson Mendes
Formado em Administração de Empresas pela Universidade Positivo, Anderson atua como redator para o BeInCrypto há 2 anos. Escreve sobre as principais notícias do mercado de criptomoedas e economia em geral. Antes de entrar para a equipe brasileira do site, participou de projetos relacionados à trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados ao mundo cripto em sua cidade natal, Curitiba.
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