Mercado Bitcoin reforça liderança e projeta R$ 400 bilhões em volume até 2030

  • MB cria presidência da operação Brasil e reforça liderança.
  • Meta de R$ 400 bilhões em volume e 25 milhões de clientes até 2030.
  • Estratégia une investimentos, banking e pagamentos em um único ecossistema.
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Mercado Bitcoin (MB) inicia uma nova etapa ao criar a presidência da operação brasileira e nomear Lucas Lopes para o cargo. A mudança marca o alinhamento da companhia a um plano de expansão que integra investimentos, serviços bancários e pagamentos em um único ambiente, com metas ambiciosas para 2030.

A plataforma passa a atuar com duas estruturas complementares: a operação Brasil, liderada por Lucas Lopes, e a operação Europa, sob responsabilidade de Reinaldo Rabelo, que conduz a expansão em Portugal. Ambos respondem ao Chairman executivo Roberto Dagnoni, em um modelo que busca consolidar o MB como referência global em ativos digitais e infraestrutura baseada em blockchain.

Créditos: Assessoria
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No país, o MB mira atingir R$ 400 bilhões em volume transacionado até 2030 e ampliar a base de clientes de 4 milhões para 25 milhões. O plano representa um avanço significativo no varejo digital e acompanha a estratégia de reforçar eficiência operacional, ampliar acesso e acelerar a digitalização dos produtos.

A chegada de Lucas Lopes, segundo Roberto Dagnoni, fortalece o time executivo. Ele apresenta histórico de expansão de negócios, experiência em crédito e cobrança e atuação na criação de produtos de larga escala com foco em tecnologia e dados, o que reforça a orientação da companhia para crescimento sustentado.

Além da nova presidência, a empresa estruturou a área de Wealth Management com o MB Ultra, voltado ao público de alta renda e liderado por Felipe Whitaker, e incorporou Giresse Contini como Diretor de Marketing, Growth e Canais Digitais. Os movimentos reforçam a estratégia de expansão e posicionamento da marca.

O foco permanece centrado em tecnologia e no desenvolvimento de produtos. Para Lucas Lopes, o Brasil mantém forte potencial de crescimento, já que figura entre os mercados mais ativos em adoção de criptoativos. O executivo aponta que ampliar escala com qualidade será essencial para conectar o sistema financeiro tradicional à nova economia digital.

A reestruturação também prevê uma evolução cultural e operacional, com integração entre tecnologia, produto e experiência do cliente. A meta é acelerar a jornada digital e aprimorar o uso de dados para entregar serviços mais eficientes.

Antes de assumir a presidência da operação brasileira, Lucas atuou na Serasa Experian, onde liderou equipes de produto, tecnologia e dados, além de conduzir o crescimento de soluções de crédito e varejo que atingiram receita de US$ 100 milhões em cinco anos. Também teve passagem pela operação de varejo da Experian no Reino Unido. É formado em Administração com ênfase em Marketing pela ESPM e possui MBA em Administração de Negócios pela FGV.


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