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Grupo Bitcoin Banco Pede Recuperação, Mas Processos Continuam a Chegar na Justiça

3 mins
Atualizado por Caio Nascimento

EM RESUMO

  • Clientes não podem processar empresa depois que pedido de recuperação judicial é aceito.
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O Grupo Bitcoin Banco continua a ser processado por clientes com pagamentos em atraso. Mesmo após pedir recuperação judicial, a empresa ainda é citada em ações apresentadas por usuários da corporação que possui duas exchanges no mercado brasileiro.
Com a aprovação do pedido de recuperação judicial, processos envolvendo o GBB não devem ser movimentados. Contudo, uma publicação da Justiça de Brasília nesta quinta-feira (28) cita o negócio em desconformidade com a decisão.

Grupo Bitcoin Banco não pode ser processado

O entendimento jurídico é de que clientes não podem processar o Grupo Bitcoin Banco após a solicitação de recuperação judicial. Sem dinheiro para pagar saques em atraso, a companhia conseguiu a aprovação da análise do pedido mediante a justiça. Nesta quarta-feira (27) a Justiça do Paraná aceitou a solicitação de recuperação judicial do GBB. Com a medida, usuários do negócio não devem movimentar mais processos. Por enquanto, essa é a determinação da justiça, que analisará o pedido da empresa de forma técnica. Com a recuperação judicial, investidores que pediam bloqueio de bens devem aguardar pelo desdobramento do caso. A determinação afeta ainda usuários com sentenças já proferidas e liminares de arresto aprovadas. Ou seja, enquanto a recuperação estiver em curso será a partir de um novo esquema de pagamentos que os saques em atraso devem acontecer.

Cliente vai ter que esperar para receber

A NegocieCoins e a TemBTC fazem parte dos empreendimentos do grupo GBB. Os usuários das exchanges com saques em atraso desde maio de 2019 permanecem em espera por novas instruções sobre a solicitação de recuperação na justiça. As duas corretoras de criptomoedas eram utilizadas por clientes para a prática da conhecida “arbitragem infinita”. Mas, uma suposta invasão fraudulenta colocou fim as atividades da organização. Segundo o dono do esquema, Cláudio Oliveira, R$ 50 milhões foram roubados das exchanges.  De acordo com um levantamento da dívida das corretoras do grupo, no total seis mil clientes esperam receber R$ 600 milhões. Com saques em atraso a quase seis meses, a plataforma de compra e venda de criptomoedas terá a recuperação judicial analisada por quinze dias. Em menos de um mês a solicitação da foi aceita pela justiça. Enquanto isso, estão suspensas quaisquer atividades relacionadas a processos contra o GBB. Sendo assim, nem mesmo o arresto de bens e ou penhora está assegurado. A medida vale para novas e antigas ações. No entanto, a corporação aparece em uma publicação processual datada depois da aprovação do pedido de recuperação. Até mesmo criptomoedas não podem ser confiscadas em nome da companhia. Por outro lado, dívidas anteriores a aprovação da solicitação vão participar de um “regime concursal de credores”. Será a partir desta solução que os clientes do Grupo Bitcoin Banco serão recomendados a receber os saques em atraso da plataforma.

Processo cita GBB e exchange do grupo

No processo publicado nesta quinta-feira (28), o nome de uma ré foi retirado da ação. Conforme consta na decisão, Carolina Sachet Aimi deixa de ser considerada ré no caso envolvendo a empresa com recuperação aprovada pela justiça. O Grupo Bitcoin Banco é citado na ação, onde o nome de negócios e pessoas que envolvem a organização também aparecem como réus, dentre eles a TemBTC, Clo Participações e Investimentos, Opencoin Serviços Digitais, Claudio José de Oliveira e dentre outros. Você conhece alguém que tinha processado o Grupo Bitcoin Banco? Comente sobre a decisão judicial e não se esqueça de compartilhar no Facebook.
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