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Drex enfrenta desafios relacionados a privacidade e deverá atrasar

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Atualizado por Chris Goldenbaum

EM RESUMO

  • Drex: questões de privacidade atrasam testes para maio de 2024.
  • Expectativa é que as primeiras operações reais com o Drex (real digital) sejam possíveis até o final de 2024.
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A primeira fase de testes do Drex, originalmente planejada para encerrar até março de 2024, agora deve se estender até maio do próximo ano. A lentidão na inclusão de participantes na rede e desafios relacionados à privacidade são as principais razões para esse atraso.

O BC selecionou, através do Lift, 16 projetos que participam dos atuais testes. Entre as empresas e plataformas selecionadas estão grandes instituições financeiras como Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa, Mercado Bitcoin, Parfin e Microsoft.

Leia mais: 4 criptomoedas que podem atingir novas máximas em julho de 2024

O consultor de tecnologia da keeggo, Stênio Viveiros, destaca a importância dos testes de qualidade para criptomoedas e tecnologias blockchain. Elas garantem conformidade regulatória, validação de qualidade, desempenho, integrações e confiança dos investidores.

Na primeira fase de testes, que terá duração de 18 meses, as funcionalidades do Drex passarão por provas em duas frentes.

A primeira envolve a troca de dinheiro entre os participantes usando o real digital e o real tokenizado. O token é um código único e temporário que exige confirmação do usuário para uma transação. Esse processo acontecerá em um ambiente simulado, sem transações reais.

A expectativa é que as primeiras operações reais com o real digital sejam possíveis até o final de 2024.

Jonathan Arend, especialista em cibersegurança, destaca a segurança dos tokens devido ao seu curto prazo de expiração, o que os torna menos vulneráveis a golpes. Arend também enfatiza a importância de conscientizar os usuários sobre práticas seguras para evitar compartilhamento de informações sensíveis e cair em golpes de phishing ou engenharia social no ambiente digital.

Banco Central brasileiro saiu na frente

É natural que grandes revoluções e a construção de um novo ecossistema financeiro, tokenizado, demande tempo, erros e acertos no ambiente de testes do BC.

Com uma agenda digital focada em inovações financeiras, a autarquia brasileira saiu da frente de gigantes como Estados Unidos e outras economias quando o assunto é a criptoeconomia e a criação da própria moeda digital, o Drex.

Conforme dados da Atlantic Council , atualmente 130 países, que representam 98% do PIB global estão explorando uma CBDC. Em maio de 2020, apenas 35 nações considervam CBDC. Hoje cerca de 64 países estão em fase avançada de suas moedas digitais. Seja em fases de desenvolvimento, piloto ou lançamento.

O Brasil também é pioneiro ao criar a primeira lei que regulamenta o setor de criptoativos.

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Aline Fernandes
Aline Fernandes atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por diversas redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural, Canal do Boi, SBT, Record e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 -...
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