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Procurador-geral das Bahamas responde a discurso de novo CEO da FTX

2 mins
Por Rahul N.
Traduzido Aline Fernandes

EM RESUMO

  • O procurador-geral das Bahamas dirigiu-se à nação sobre o incidente da FTX, colocando a culpa nas falhas internas da exchange.
  • A procuradoria geral rejeitou as alegações do novo CEO da FTX, John Ray, de que tentou obter acesso não autorizado ao sistema FTX.
  • Revelações impressionantes continuam acontecendo com relação ao incidente, com a Alameda Research supostamente retirando mais de US$ 200 milhões da FTX.US antes do pedido de falência.
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O procurador-geral das Bahamas criticou os comentários do novo CEO da FTX, John Ray, sobre as ações do regulador. Ele também disse que a bolsa entrou em colapso por causa de falhas internas nos negócios.

Ryan Pinder abordou o país sobre o incidente da FTX em um discurso criticado pela comunidade de criptomoedas.

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Ele disse durante o discurso que as Bahamas eram um “lugar de direito” e que a Alameda carecia de regulamentação no país. No entanto, a comunidade cripto acredita que o discurso foi muito elogioso para as Bahamas e fez pouco para abordar as preocupações em torno do FTX.

Pinder chamou o caso de “falha comercial interna em parte devido a práticas internas questionáveis” e disse efetivamente que as autoridades agiram rapidamente. A comunidade cripto observou que esta era uma tentativa de fazer o país parecer bom para negócios, apesar do incidente.

O discurso não cobriu a apropriação indevida de fundos do usuário e, como um todo, a comunidade cripto o chamou de anúncio para as Bahamas. Pinder também disse que o novo CEO da FTX, John Ray, falou de forma imprudente. Ele se referiu à declaração de Ray sobre o pedido do regulador para acesso não autorizado ao FTX.

A Comissão de Valores Mobiliários das Bahamas (SCB) já havia rejeitado as alegações de Ray de que havia tentado obter esse acesso não autorizado. O SCB também pintou um quadro de que respondeu ao incidente de forma adequada.

Autoridades das Bahamas culpam FTX

Pinder culpou diretamente o incidente do FTX a suas falhas internas. Pinder também foi inflexível de que a exchange estava sujeita a escrutínio regulatório, dizendo:

“Ficamos chocados com a ignorância daqueles que afirmam que a FTX veio para as Bahamas porque não queriam se submeter ao escrutínio regulatório. Na verdade, o mundo está cheio de países nos quais não há autoridade legislativa ou regulatória sobre o negócio de criptomoedas e ativos digitais, mas as Bahamas não é um desses”.

O discurso referiu ao fundador da FTX, Sam Bankman-Fried, apenas uma vez em seus 20 minutos de duração. Talvez o mais interessante seja que Pinder trabalhou para um banco associado ao Tether, chamado Deltec.

O drama continua

Os desenvolvimentos da saga FTX foram praticamente intermináveis ​​na semana passada, com várias revelações dramáticas. A empresa de analíse de blockchain Arkham Intelligence revelou que a Alameda Research retirou mais de US$ 200 milhões da FTX.US antes do pedido de falência.

Também houve relatos de que a FTX garantiu uma participação de US$ 11,5 milhões em um pequeno banco dos EUA para contornar o processo de aquisição da licença. Enquanto isso, gigantes do streaming lutam pelos direitos da saga FTX.

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Aline Fernandes
Aline Fernandes atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por diversas redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural, Canal do Boi, SBT, Record e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 -...
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