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O que explica a alta da Polygon (MATIC), criptomoeda que subiu mais de 5.000% em 2021

2 mins
Atualizado por Paulo Alves

EM RESUMO

  • A Polygon tem tido um grande crescimento em 2021 e acumula alta de mais de 5.000%.
  • Sucesso te ligação com solução de segunda camada para a rede Ethereum.
  • Diversos projetos estão migrando para o protocolo, entre eles a SushiSwap, Cosmos e AAVE.
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A Polygon (MATIC) tem tido grande crescimento e adoção durante o ano de 2021 e já acumula valorização de mais de 5.000%.

O sucesso tem ligação com proposta da plataforma de se tornar um ambiente de desenvolvimento e escalonamento de segunda camada da rede Ethereum (ETH).

O projeto ganhou terreno especialmente desde que mudou o seu nome em fevereiro, de Rede Matic para Polygon, na tentativa de se tornar um grande agregador de segunda camada da blockchain Ethereum.

Algumas plataformas de solução de primeira camada da rede já são amplamente reconhecidas no mercado, como é o caso da caso da Solana (SOL). Entretanto, a segunda camada, onde a Polygon atua, tem tido um foco ainda maior.

Essa camada pode oferecer transações ainda mais rápidas e taxas menores, o que pode ser crucial para a rede Ethereum acompanhar blockchains concorrentes, como a Binance Smart Chain e a Cardano.

Para os desenvolvedores da Polygon, o atual ecossistema de redes descentralizadas possui uma carência de usabilidade e adoção pelo grande público. A maioria das transações ainda são “lentas, caras e complexas”. A Polygon pretende ser uma solução para esses problemas:

“Nosso objetivo é mudar isso, aproveitando uma combinação de escala de blockchain, plataforma de desenvolvimento e ferramentas, e um foco fanático na experiência do usuário. Aspiramos ver um mundo onde a blockchain ganhe adoção em massa e cumpra sua verdadeira promessa”.

O que a Polygon oferece?

A Polygon foi criada para resolver esses problemas de escalabilidade e adoção pelo grande público, sendo uma das primeiras a oferecer uma estrutura de fácil uso e escalonamento da rede Ethereum. Seu componente principal, o Polygon SDK, oferece a possibilidade e suporte à construção de diversos aplicativos desenvolvidos na rede.

“A Matic se esforça para resolver os problemas de escalabilidade e usabilidade sem comprometer a descentralização, alavancando a comunidade de desenvolvedores e o ecossistema existentes” – afirma o projeto em seu blog oficial.

O protocolo ainda transforma a Ethereum em um sistema de multicadeias completo, semelhante a outras redes como a Polkadot (DOT) e a Cosmos (ATOM).

Outro foco do projeto é desenvolver uma melhor experiência para os desenvolvedores, que muitas vezes lidam com interfaces ruins e diversas dificuldades na hora de programar aplicativos na rede blockchain.

Grandes projetos migram para o protocolo

Diversos projetos envolvidos com finanças descentralizadas (DeFi) e tokens não-fungíveis (NFT) decidiram se integrar à Polygon recentemente. O principal motivo seria aproveitar os benefícios das taxas mais baixas e transações mais rápidas.

Entre os grandes projetos que passaram a utilizar o protocolo estão a SushiSwap (SUSHI) e a Curve Finance (CRV). Outro grande projeto que passou a utilizar a escalabilidade da Polygon foi a AAVE, conforme anúncio realizado no final de março.

Token MATIC dispara mais de 5.000% no ano

À novidades trazidas pela Polygon estimularam maior adoção e impactaram diretamente no preço do token nativo do protocolo, o MATIC, que tem valorizado fortemente em 2021.

Segundo dados do CoinGecko, o ativo saltou de US$ 0,017 (R$ 0,09) no inicio de janeiro para a máxima histórica de US$ 0,87 (R$ 4,76) na madrugada da última terça-feira (27). A valorização no ano chega a 5.188%, 125% apenas nos últimos sete dias.

Existem atualmente mais de 6 bilhões de unidades do token MATIC em circulação no mercado, com um valor de capitalização acima dos US$ 4,7 bilhões (R$ 24 bilhões).

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Anderson Mendes
Membro ativo da comunidade de criptoativos e economia em geral, Anderson é formado pela Universidade Positivo, e escreve sobre as principais notícias do mercado. Antes de entrar para a equipe brasileira do BeInCrypto, Anderson liderou projetos relacionados à trading, produção de notícias e conteúdos educacionais relacionados ao mundo cripto no sul do Brasil.
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