Criador do Upland vem ao Brasil participar de evento blockchain

Atualizado por Júlia V. Kurtz
EM RESUMO
  • CEO do Upland vem ao Brasil para participar do Blockchain Rio Festival.
  • Rio de Janeiro e escola de samba estão ano metaverso.
  • Upland é o maior metaverso web3 mapeado do mundo real.
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O fundador do Upland, game que negocia de terrenos na web3 inspirado no jogo Monopoly, Dirk Lueth, vem ao Brasil pela primeira vez e tem o nome confirmado em um dos palcos do Blockchain Rio Festival.

Lueth já abriu empresas nos EUA e Europa e passou por várias companhias com altos cargos. Ele co-fundou o Financial Times Deutschland e é autor de um livro best-seller na Amazon e Ph.D. para trabalho de pesquisa e tese de doutorado sobre moedas privadas e controladas pelo Estado.

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O palestrante se diz um apaixonado por startups, blockchain, sistemas de ledger distribuídos, aplicativos de jogos que têm um relacionamento com o mundo real, economias abertas, pensamento de plataforma e efeitos de rede, Inovação do modelo de negócios e Experiência do usuário.

Upland tem mais de 280 mil donos de terrenos virtuais

O Upland é uma plataforma alimentada pela blockchain EOS, onde cada propriedade é registrada e negociada por meio de tokens não fungíveis (NFTs). As transações são realizadas no metaverso com a moeda virtual UPX e os jogadores compram terrenos e imóveis virtuais que correspondem a um endereço do mundo real. Dados sobre o fornecimento do token e preços são atualizados conforme o jogo progride.

Com mais de 280 mil donos de terrenos virtuais, o Upland se tornou o maior metaverso web3 mapeado do mundo real, com uma forte e crescente economia digital que ultrapassa 3 milhões de NFTs vendidos desde o seu lançamento, em 2018. Os criadores do jogo aprimoram a plataforma constantemente e colocam novos elementos e cenários dentro da plataforma que aumentam sua popularidade.

Rio de Janeiro e escola de samba estão ano metaverso

A cidade do Rio de Janeiro e a escola de samba Mangueira, uma das mais tradicionais do país ganharam espaço na plataforma de Realidade Virtual. Os fãs do carnaval poderão visitar a quadra, colecionar NFTs inspirados na história da agremiação e até aprender o samba enredo da próxima temporada da maior festa popular do  mundo, além de negociar seus ativos digitais com outros usuários.

Mais cidades brasileiras estão previstas para entrar no metaverso que deve ganhar uma versão para o o português, para tornar a experiência ainda mais simples para os brasileiros.

O fundador e co-CEO do Upland, Dirk Lueth, lembra a visão do Upland, e ressalta que os usuários brasileiros terão a chance de inaugurar seus negócios digitais no metaverso.

“O mantra do Upland é “Reconstruir o Mundo”, e sua proposta de valor central é muito pautada na Web3: empoderar o empreendedorismo no metaverso. A visão é criar milhares, ou milhões de microempreendedores que poderão obter parte de sua receita proveniente do Upland, além de abrigar marcas e negócios tradicionais que passarão a ter novas formas de inovar dentro dessa intersecção entre o real e o digital.” diz Dirk.

Para o CEO do BlockchaIn Rio, Francisco Carvalho, ter o fundador do Upland como um dos principais palestrantes do festival está diretamente alinhado com a proposta do evento, que é trazer profissionais engajados e que estimulem novas possibilidades de negócios em campos ainda pouco explorados na Web3.0.

“Dirk Lueth é um exímio conhecedor dos metaversos. Tê-lo como apoiador do festival e um grande incentivador é fundamental para fomentar a educação e inclusão social de novos adeptos dessa tecnologia emergente”, afirma.

O  metaverso baseado na Blockchain, inspirado no famoso jogo Monopoly, segue os princípios de um mercado aberto utilizando tecnologia blockchain para garantir a posse dos ativos digitais. A plataforma está disponível em IOS, Android e navegadores e pode ser acessada de qualquer lugar do mundo.

Sobre o Blockchain Rio Festival

O principal objetivo do BlockchaIn Rio é ser um grande hub de debates, educação e negócios focado na conexão entre pessoas e empresas com olhos no presente e o futuro do mercado blockchain. Durante quatro dias, o evento que já conta mais de 200 palestrantes promete aos participantes uma “experiência imersiva e transformadora por meio de debates sobre tecnologia, negócios, cultura e sustentabilidade.

Entre os destaques, painéis sobre  Cybersegurança no mundo descentralizado, Ambientes Regulatórios Globais, Blockchain GovBR,  Blockchain, Internet das coisas (IOT) & Inteligência Artificial (IA),  DeFi, ReFi, Metaverso e seus desdobramentos, Tokenização e NFT como solução para a indústria da música entre outros temas relevantes do ecossistema cripto, além de receber o maior hackathon da América Latina.

O Blockchain Rio Festival acontece de 1 a 4 de setembro, no Píer Mauá, tem como meta ser o principal hub de conteúdo sobre o ecossistema Blockchain da América Latina.

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