Brasil é um mercado chave para a evolução da autocustódia cripto, destaca VP da Ledger

  • Durante o Blockchain Rio 2025, Michael Lado, VP da Ledger, destacou o Brasil como um mercado promissor para a adoção da autocustódia de criptoativos, proporcionando privacidade e controle aos usuários.
  • O executivo abordou os desafios regulatórios no Brasil, ressaltando a importância de uma regulação flexível para não restringir a inovação no setor cripto.
  • Lado enfatizou que a crescente autonomia dos consumidores brasileiros facilita a transição para soluções de autocustódia à medida que o mercado cripto cresce.
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Durante o Blockchain Rio 2025, Michael Lado, Vice-Presidente Executivo de Estratégia e Fusões & Aquisições (EVP Strategy & M&A) da Ledger, destacou o Brasil como um dos mercados mais promissores para o futuro da autocustódia no universo cripto. A Ledger é uma das maiores empresas de soluções de segurança digital para criptoativos.

Lado apontou que o país ocupa uma posição estratégica para adotar a autocustódia, onde os usuários mantêm o controle total de seus ativos digitais, sem depender de intermediários.

“O Brasil é um dos lugares onde a autocustódia deve ser realmente adotada. Ele oferece privacidade e controle, dando ao usuário a liberdade para fazer suas transações como desejar”, afirmou.

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Brasil como um terreno fértil para auto custódia

O executivo ainda enfatizou que a autocustódia é vista como a forma mais pura de lidar com criptomoedas, proporcionando privacidade, controle e liberdade. Ele destacou que, em mercados como o Brasil, a adoção dessa prática será cada vez mais natural à medida que o mercado cripto cresce e os consumidores buscam maior autonomia sobre seus ativos.

Lado também fez referência ao comportamento financeiro dos brasileiros, que tradicionalmente preferem guardar seu dinheiro de forma mais independente, o que facilita a adoção de soluções de autocustódia no país.

Regulação e desafios para o futuro

Entretanto, o VP da Ledger também falou, no Blockchain Rio 2025, sobre os desafios regulatórios que o Brasil ainda enfrenta, especialmente em relação à crescente interação entre criptoativos e sistemas financeiros tradicionais.

“A regulação está evoluindo de diferentes formas em vários países, e o Brasil está acompanhando esse movimento. O cripto é global, e é necessário um equilíbrio nas regulamentações para que a inovação não seja restringida”, explicou Lado durante um almoço com jornalistas.

Ele também ressaltou que a Ledger monitora ativamente o progresso da regulação no Brasil, destacando a necessidade de uma abordagem flexível que permita a continuidade do crescimento do mercado cripto.

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