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ZK Nation se manifesta sobre a polêmica do airdrop da ZKsync

2 mins
Atualizado por Thiago Barboza

EM RESUMO

  • O anúncio do airdrop ZKsync da Matter Labs gerou polêmica devido à exclusão de participantes importantes.
  • A Element e outros grandes colaboradores criticaram o airdrop.
  • A ZK Nation esclareceu os critérios de qualificação, enfatizando as recompensas para usuários de longo prazo.
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O anúncio da Matter Labs sobre o primeiro airdrop do ZKsync, programado para 17 de junho, gerou uma controvérsia significativa no mercado cripto.

O airdrop distribuirá 17,5% do token nativo do ZKsync, mas a exclusão de vários participantes importantes do ecossistema provocou indignação.

ZK Nation analisa os problemas do airdrop

Projetos proeminentes criados na rede de camada 2 (L2) ZKsync Era, como o mercado NFT Element, expressaram seu descontentamento. Por exemplo, a Element, que foi responsável por quase 70% do volume total de trading da ZKsync Era até 12 de junho, expressou sua frustração nas mídias sociais.

“Como o maior mercado de NFT na ZKsync, não recebemos nenhum airdrop, isso é uma piada?”, escreveu a Element.

Sentimentos semelhantes foram ecoados pela ZKApe, uma plataforma de desenvolvimento NFT que gerou US$ 15 milhões em taxas de gás para a ZKsync, e pela DMail, uma plataforma de mensagens descentralizada. A DMail classificou sua exclusão como “inacreditável”, devido ao alto envolvimento dos usuários e à atividade de transações.

Em resposta, a ZK Nation publicou uma postagem detalhada em seu blog explicando os critérios de elegibilidade e a lógica por trás das alocações do airdrop.

Assim, a publicação esclareceu que as carteiras se qualificaram para o airdrop da ZKsync por meio de duas categorias principais: usuários (89%) e contribuintes (11%).

Os usuários precisavam fazer a ponte entre criptoativos e a ZKsync Era e atender a um dos sete critérios de elegibilidade. Enquanto isso, os colaboradores foram reconhecidos por seus esforços de desenvolvimento e comunitários.

Explicando os critérios

A ZK Nation enfatizou que a alocação visava recompensar usuários orgânicos e de longo prazo, em vez de participantes oportunistas. O blog destacou que o volume de transações por si só não afetou o tamanho da alocação.

Em vez disso, uma combinação de critérios de elegibilidade, saldo médio ponderado pelo tempo (TWAB) e multiplicadores de bônus determinaram as alocações.

Por exemplo, os primeiros a adotar o Ethereum e os detentores dos principais NFTs nativos da ZKsync receberam multiplicadores de alocação.

“O histórico de uma carteira nas cadeias pode revelar muito sobre seu proprietário. Usuários reais tendem a assumir mais riscos, especialmente quando se sentem parte de uma comunidade. Eles gastam tempo explorando, experimentando novos protocolos e mantendo ativos especulativos. Por outro lado, os bots e oportunistas jogam pelo seguro, fazendo um esforço mínimo enquanto tentam se misturar e extrair valor”, escreveu a ZK Nation.

O blog também abordou queixas específicas. Alguns usuários que atenderam a vários critérios de qualificação, mas receberam alocações menores, podem ter mantido saldos mais baixos ao longo do tempo ou não ter multiplicadores qualificados. Além disso, os usuários da ZKsync Lite precisavam transferir os ativos para a ZKsync Era para se qualificarem, uma etapa que alguns ignoraram.

Leia mais: O que são airdrops cripto?

Por fim, a controvérsia destaca os problemas com distribuições justas de airdrops cripto e os desafios de equilibrar reconhecimento e recompensa. À medida que a data do airdrop se aproxima, a comunidade examina os critérios e os resultados, buscando transparência e justiça por parte da Matter Labs.

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Thiago Barboza
Thiago Barboza é graduado em Comunicação com ênfase em escritas criativas pela Universidade Federal da Bahia (UFBA). Em 2019 conheceu as criptomoedas e blockchain, mas foi em 2020 que decidiu imergir nesse universo e utilizar seu conhecimento acadêmico para ajudar a difundir e conscientizar sobre a importância desta tecnologia disruptiva.
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