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Uso de criptomoedas cresceu 2.500% na África em 2021, diz relatório

2 mins
Atualizado por Júlia V. Kurtz

EM RESUMO

  • Um relatório feito pela Kucoin constatou que na África, o uso das criptomoedas aumentaram em 2500% no ano passado
  • Os usos das criptomoedas tiveram mais um aumento, saltou para 2670% e a tendência é seguir em ascensão.
  • Um dos aspectos facilitadores da absorção dos africanos pelas criptomoedas, é o fato da população em sua maior ser de mais jovens e digitalmente ativa.
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Um relatório recente feito pela Kucoin constatou que o número de usuários de criptomoedas aumentou 2.500% na África em 2021. O continente possui uma população jovem ativa digitalmente, problemas socioeconômicos que fazem do cenário o ambiente propicio a entrada dos ativos digitais.

A notícia foi dada no DCforecasts.com, explicando que apesar dos problemas socioeconômicos que enfrentam, os africanos tem se interessado e usado cada vez mais as criptomoedas.

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O relatório trouxe mais informações positivas da relação dos africanos com os ativos digitais para esse ano. Os usos das criptomoedas tiveram mais um aumento, saltou para 2670% e a tendência é seguir em ascensão.

Cred/Usuários de criptomoedas na África aumentam 2500% em 2021: Análise (dcforecasts.com)

Criptomoedas são bem vindas

Além do aumento no uso dessas moedas, houve também um crescimento das transações feitas com elas para 2,8% dos volumes globais.

Sobre o assunto, a DCforecasts publicou as declarações DE Johnny Lyu, Ceo da Kucoin:

“A adoção de ativos digitais na África continuará a crescer e os países africanos têm a maior taxa de adoção do mundo e superaram as maiores regiões como Ásia, Europa e Estados Unidos”.

O relatório citou mais dados interessantes sobre o relacionamento dos africanos com as criptomoedas, uma delas é a de que 88,5% das transações realizadas são de transferências transfronteiriços, internacionais, que se mostraram muito mais vantajosas por seus valores de 0,01%, considerados baixos.  

Um dos aspectos facilitadores da absorção dos africanos pelas criptomoedas é o fato da população em sua maior parte ser de mais jovens e digitalmente ativa. Eles tem interesses em usar a tecnologia à seu favor, consumir produtos eletrônicos atuais e ficarem antenados às novidade em termos financeiros.

Isso acabou tornando o país o espaço ideal para testar a aceitação das moedas digitais. Os africanos confiam e se sentem seguros transacionando com as criptomoedas.

Sobre o assunto, Lyu explicou:

“Essa taxa de crescimento pode depender tanto dos formuladores de políticas locais quanto das posições dos funcionários separados sobre as criptomoedas. Ainda assim, acredito que um futuro promissor para o dinheiro digital na África é inevitável.”

As questões socioeconômicas do continente, falta de empregos, alta taxa de inflação, e uma população grande sem acesso aos bancos, fazem do continente o ambiente propicio para a atuação das criptomoedas.

Lyu explica que “Os problemas financeiros que a região está enfrentando estão forçando as pessoas a procurar novos instrumentos e tecnologias que possam lhes dar um pouco da liberdade econômica que lhes falta atualmente”.

“Outro fenômeno positivo é a crescente conscientização tecnológica da população local, com muitos jovens explorando a programação e as tecnologias da internet.”

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Priscila Gorzoni
Jornalista formada pela Universidade Metodista de São Paulo, em ciências sociais pela USP, em direito pela Universidade Mackenzie, lato sensu em Fundamentos da arte e cultura pela Unesp-SP e mestre em história pela PUC SP. Iniciei minha carreira nas revistas passando por publicações como Bons Fluidos, Nova, Cláudia, Saúde. Mundo Estranho, Superinteressante e National Geographic Brasil.
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