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Universidades avançam estudos de blockchain e web3

5 mins
Por Bary Rahma
Traduzido Júlia V. Kurtz

EM RESUMO

  • Universidades estão estudando blockchain e web3, promovendo pesquisas e lançando programas educacionais.
  • Um exemplo importante é a parceria da Tether com a Business & Technology University na Geórgia, promovendo a educação cripto.
  • A integração de blockchain e web3 no currículo significa uma mudança significativa na educação global.
  • promo

O número de estudos de blockchain e web3 cresceu no mundo acadêmico, conforme universidades adotam as novas tecnologias. As principais instituições acadêmicas estão se tornando contribuintes ativos para o crescimento dessa tecnologia inovadora, fomentando pesquisas avançadas e promovendo a educação em blockchain.

As universidades estão abrindo novas fronteiras, anunciando uma nova era na educação. Esse movimento é caracterizado por colaborações com gigantes da tecnologia, lançamento de programas educacionais e realização de pesquisas inovadoras.

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Aleph Zero Colabora com a Universidade de Nicósia

Uma parceria que chamou a atenção é a colaboração entre a Aleph Zero e a Universidade de Nicósia (UNIC), no Chipre. As duas entidades estão preparadas para fortalecer o ecossistema blockchain por meio de pesquisa, educação e aplicações práticas.

A Aleph Zero ofereceu uma bolsa de pesquisa para a UNIC, destacando sua dedicação em promover pesquisas pioneiras no setor de blockchain.

“Essa colaboração é um passo à frente em nossa missão de promover a adoção de blockchain por meio de pesquisa e educação”, disse o cofundador da Aleph Zero, Antoni Żółciak.

O Distributed Ledgers Research Center (DLRC) da Universidade de Nicósia também servirá como um nó validador do Aleph Zero. Além disso, ele contribuirá para a descentralização da rede.

Uma parte crítica da colaboração é projetar um programa educacional para desenvolvedores. Consequentemente, demonstrando o compromisso de tornar a tecnologia blockchain acessível e compreensível para todos.

Esforço educacional da Binance na Argentina

Ao mesmo tempo, a Binance, uma das principais exchanges do mundo, fez uma parceria com a Austral University, na Argentina. Juntos, eles lançaram o primeiro programa educacional em blockchain do país.

O programa de treinamento de cinco meses apresentará aos alunos e professores a tópicos como blockchain, descentralização, web3, metaversos e negociação de ativos digitais.

“Queremos levar este tipo de iniciativa a todos os nossos ‘espaços financeiros’, desde o Finance Club aos eventos massivos que desenvolvemos na Universidade junto de grandes players, e também às disciplinas de finanças onde vamos começar a integrar estes conteúdos”, disse o Reitor da Faculdade de Ciências Empresariais, Luis Dambra.

A colaboração reconhece a importância dos esforços coordenados entre a indústria e a educação, fornecendo soluções inovadoras para questões contemporâneas. O representante da Binance na América do Sul observa a necessidade de fornecer educação acessível para o crescimento da indústria de blockchain e tecnologias Web3.

Tether promove educação cripto na Geórgia

A Tether, uma das maiores provedoras de stablecoin do mundo, também entrou na educação em blockchain. Há pouco tempo, ela anunciou uma parceria significativa com a Business & Technology University (BTU), na Georgia.

Essa iniciativa cooperativa ressalta a importância do Tether na cripto-educação para acelerar o amplo entendimento e adoção da tecnologia blockchain.

A parceria visa fornecer aos alunos um conhecimento profundo da indústria de stablecoin. Ele mergulhará, por exemplo, nas operações e no impacto do Tether no mercado financeiro global.

“A Tether está comprometida em apoiar a educação e a academia, e essa colaboração com a BTU é uma excelente oportunidade para envolver os alunos da região. Este é apenas o começo de nossos esforços na Geórgia e esperamos anunciar mais iniciativas em breve”, disse o CTO da Tether, Paolo Ardoino.

Além disso, espera-se que a experiência da Tether ajude a moldar o currículo, facilitando uma abordagem prática e prática do aprendizado. Embora informações mais detalhadas sobre as atividades e ofertas específicas da parceria ainda não tenham sido divulgadas, o anúncio sinaliza um movimento positivo para expandir a educação cripto na região.

Novo Instituto de IA da Carnegie Mellon University

Mais evidências desse crescente interesse acadêmico no avanço tecnológico são vistas na criação de um novo instituto de IA pela Carnegie Mellon University (CMU) em Pittsburgh, Pensilvânia. e tecnologias Web3.

O novo instituto visa preencher a lacuna entre a academia e a indústria, promovendo a pesquisa e a inovação em IA e áreas afins.

“Precisamos desenvolver tecnologia de IA que funcione para as pessoas. É centrado no ser humano. Não é apenas implantado na natureza. Na verdade, é construído sobre dados que são examinados, algoritmos que são examinados, com feedback de todas as partes interessadas e design participativo”, disse o professor Aarti Singh, da CMU.

A abordagem multidisciplinar adotada pela Carnegie Mellon University permite que os alunos explorem as sinergias entre IA e outras tecnologias, como blockchain e web3. Os programas exatos do instituto e as áreas de foco específicas ainda não foram revelados.

No entanto, a Carnegie Mellon University alinha-se com a tendência acadêmica mundial de incorporar tecnologias avançadas ao aprendizado.

Empurrão educacional da Flux

Em outra parte do mundo, a Flux, uma rede blockchain descentralizada, está deixando sua marca no meio acadêmico. A plataforma foi recentemente integrada a um currículo na Universidade de Ciências Aplicadas da Suíça Ocidental, em Genebra, simbolizando um marco crucial na adoção da tecnologia blockchain na academia.

Esta iniciativa demonstra o compromisso da Flux em tornar a educação em blockchain mais acessível e prática. A plataforma expõe os alunos a aplicativos do mundo real, aprimorando sua compreensão das complexidades da tecnologia e do impacto potencial em vários setores.

“Eu adoraria entrar em contato com outras universidades ao redor do mundo, conversar com seus professores, oferecer fundos para WordPress e implantação de nós, envolvê-los no Flux e conhecer esse novo ambiente de trabalho. Para que eles possam ver por si mesmos como é barato e fácil de usar”, disse o assistente de pesquisa da Flux Alex Perritaz.

Por outro lado, a Flux não divulgou detalhes completos sobre sua integração acadêmica. Ainda assim, a parceria visa claramente equipar os alunos com uma compreensão robusta e prática da tecnologia blockchain, preparando-os para futuras carreiras neste campo em expansão.

Blockchain na Educação Universitária

A integração das tecnologias blockchain e web3 nos currículos universitários é uma tendência crescente que ganha impulso em todo o mundo. Enquanto algumas universidades se concentram em programas e cursos específicos, outras estão integrando essas tecnologias em áreas de estudo mais amplas.

Apesar das diferenças de abordagem, o fio comum que une essas iniciativas é a crença de que as tecnologias blockchain e Web3 têm um papel significativo a desempenhar no futuro da educação.

Fonte: Statista

À medida que esta nova era se desenrola, as universidades em todo o mundo não são apenas espectadoras, mas participantes ativas na revolução do blockchain. Ao fazer parceria com líderes da indústria e investir em pesquisa e educação, eles estão moldando o futuro dessas tecnologias e, por extensão, do mundo.

Embora algumas iniciativas mencionadas neste artigo não revelem todos os detalhes, o simples fato de sua existência sinaliza uma mudança significativa no setor educacional global. Conforme mais informações se tornam disponíveis, uma imagem mais clara do futuro do blockchain e da educação web3 sem dúvida surgirá.

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Júlia V. Kurtz
Editora do BeInCrypto Brasil, a jornalista é especializada em dados e participa ativamente da comunidade de Criptoativos, Web3 e NFTs. Formada pelo Knight Center for Journalism in the Americas da Universidade do Texas, possui mais de 10 anos de experiência na cobertura de tecnologia, tendo passado por veículos como Globo, Gazeta do Povo e UOL.
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