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Chiliz revela plano para fan tokens antes da Copa do Mundo da FIFA 2026

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Escrito e editado por
Lucas Espindola

10 fevereiro 2026 09:30 BRT
  • A Chiliz planeja retornar ao mercado dos EUA em 2026, com novas parcerias de Fan Token e lançamentos de seleções nacionais antes da Copa do Mundo da FIFA.
  • O roadmap apresenta Fan Tokens omnichain, permitindo que tokens transitem entre blockchains e acessem liquidez ampliada e DeFi.
  • Fases posteriores direcionam os Fan Tokens para o financiamento esportivo, acrescentando tokenomics baseados em desempenho e ativos esportivos do mundo real tokenizados.
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A Chiliz, blockchain focada em esportes e engajamento de fãs, apresentou um roteiro em três fases detalhando como pretende expandir as Fan Tokens até a Copa do Mundo FIFA de 2026, nos Estados Unidos.

O projeto anuncia um retorno significativo ao mercado norte-americano, trazendo lançamentos inéditos de Fan Tokens relacionados a seleções nacionais e uma ampliação no uso da tecnologia blockchain. Conforme detalhado no manifesto 2030 recém-divulgado, a estratégia posiciona o ano de 2026 como o marco em que a Chiliz deixará de testar modelos para executá-los em larga escala.

Roteiro da Chiliz para 2026
Roteiro da Chiliz para 2026. Fonte: Manifesto 2030 da Chiliz
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Clareza regulatória facilita retorno ao mercado dos EUA

A empresa afirma que planeja anunciar suas primeiras parcerias de Fan Tokens nos EUA no primeiro trimestre de 2026, marcando o retorno após anos de atividade limitada por conta de incertezas regulatórias.

Paralelamente, a Chiliz prevê lançar Fan Tokens atreladas a seleções nacionais no verão de 2026. Diferente dos tokens de clubes, as Fan Tokens de seleções são formatadas para torneios de grande porte e competições internacionais.

Com a Copa do Mundo se aproximando, a Chiliz mira um público mais amplo e mobilizado por grandes eventos, além dos torcedores de clubes.

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Expansão omnichain deve ampliar acesso ao DeFi

Outra mudança significativa prevista para 2026 é a adoção de um modelo omnichain pela Chiliz. A partir do primeiro trimestre, as Fan Tokens serão conectadas a blockchains externas, utilizando uma infraestrutura de cross-chain.

Na prática, isso permitirá que as Fan Tokens transitem fora do ecossistema da Chiliz e possam interagir com outras blockchains.

A mudança busca ampliar a liquidez, viabilizar negociações e arbitragem entre redes, além de permitir o uso das Fan Tokens em aplicações de finanças descentralizadas para além de sua rede nativa.

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Novas tokenomics e atualizações de produtos serão implementadas até 2026

No segundo trimestre de 2026, a Chiliz planeja implementar um novo mecanismo de valorização para o token nativo CHZ

Pelo novo modelo, 10% de toda a receita gerada pelas Fan Tokens no ecossistema será destinada à recompra contínua de CHZ. Segundo a empresa, isso conecta diretamente a demanda por CHZ à atividade dos fãs.

Melhorias nos produtos também estão previstas para o meio de 2026.

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O Socios.com, plataforma por trás das Fan Tokens, vai lançar uma nova versão com integração de carteira DeFi.

Mais adiante, a Chiliz deve introduzir mecânicas baseadas no desempenho esportivo: resultados em campo impactarão diretamente a oferta das Fan Tokens, com vitórias levando a queimas de tokens e derrotas, a novas emissões.

Depois de 2026, o roteiro da Chiliz prevê foco na tokenização de ativos reais do esporte. A partir de 2027, a empresa pretende tokenizar fluxos de receita, propriedade intelectual e outros ativos tradicionalmente pouco negociados no setor.

O planejamento é sustentado por avanços recentes no ecossistema da Chiliz, entre eles o compromisso de recompra atrelado a receitas e o foco crescente em infraestrutura, deixando a variação de preços de curto prazo em segundo plano.

Com a aproximação da Copa do Mundo, a Chiliz aposta que as Fan Tokens podem ganhar status de classe de ativos esportivos negociados globalmente, além do engajamento de fãs.

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