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Ronaldinho Gaúcho, CPI e Gary Gensler nas notícias da manhã – Bom Dia, Cripto!

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Atualizado por Júlia V. Kurtz

EM RESUMO

  • A CPI das Pirâmides Financeiras quebrou o sigilo financeiro do jogador Ronaldinho Gaúcho.
  • Ele é acusado de envolvimento com uma empresa que operaria um esquema de pirâmide.
  • O diretor da SEC defendeu a posição da agência de regular o mercado cripto em uma audiência no Congresso.
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CPI das Pirâmides quebra sigilo bancário de Ronaldinho Gaúcho

A CPI das Pirâmides Financeiras aprovou a quebra de sigilo fiscal e bancário do ex-jogador de futebol Ronaldinho Gaúcho e de seu irmão e empresário, Roberto de Assis. A aprovação do requerimento, do deputado federal Ricardo Silva (PSD-SP) ocorreu na sessão de quarta-feira (27).

Ronaldinho é investigado por causa da empresa “18K Ronaldinho”, que foi apontada pelo Ministério Público Federal como sendo uma pirâmide. O jogador participou de peças publicitárias da empresa, mas alega que sua imagem foi usada de forma indevida.

A CPI convocou os irmãos e Marcelo Lara, sócio da 18K, para prestar esclarecimentos. Após faltar a duas sessões, o jogador finalmente depôs no final de agosto.

Ricardo Silva, em seu requerimento alega que durante “as investigações, foi possível constatar que o jogador fez, por diversas vezes, publicidade para a empresa fraudulenta”. Por isso, para ele, não importa se a imagem de Ronaldinho foi usada de forma indevida.

A comissão também quebrou o sigilo dos atores Cauã Reymond, Marcelo Tas e Tata Werneck após eles estrearem peças publicitárias de empresas investigadas.

Na terça-feira (26), a CPI também quebrou o sigilo de empresas cripto que operam no Brasil, como a Binance e o Mercado Bitcoin.

Diretor da SEC defende escrutínio cripto da agência em depoimento

O diretor da Comissão de Valores Mobiliários dos EUA (SEC), Gary Gensler, prestou depoimento ao Comitê de Serviços Financeiros do Congresso do país na quarta-feira (27). Ele defendeu o papel da agência de regulamentar o mercado cripto.

Gensler afirma que “se os legisladores do país, no passado, quisessem que as leis de títulos fornecessem um framework apenas para títulos ou ações, eles teriam dito isso. E teriam incluído linguagem explícita para sinalizar isso na lei de de 1934”.

Conforme Gensler:

“O Congresso teria dito, em 1933 ou 1934, que as leis de títulos se aplicavam apenas à ações e títulos. Ainda assim, o Congresso incluiu uma lista de mais de 30 itens na definição de títulos, incluindo o termo ‘contrato de investimento’”.

O diretor da agência usou isso para justificar sua declaração anterior de que “a maior parte dos investimentos cripto são títulos por causa da presença suposta de um contrato de investimento”.

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Júlia V. Kurtz
Editora-chefe do BeInCrypto Brasil. Jornalista de dados com formação pelo Knight Center for Journalism in the Americas da Universidade do Texas, possui 10 anos de experiência na cobertura de tecnologia pela Globo e, agora, está se aventurando pelo mundo cripto. Tem passagens na Gazeta do Povo e no Portal UOL.
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