Promotores convertem criptomoedas de crimes em mais de US$ 100 mi na Alemanha

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EM RESUMO
  • Unidade de crimes cibernéticos converteu criptomoedas apreendidas de traficantes de drogas em ativos lícitos.

  • US$ 113 milhões serão transferidos para governo local de Hesse, estado no centro da Alemanha.

  • Departamento de Justiça dos EUA tenta devolver fundos roubados da Sony convertidos em Bitcoin

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Promotores do Estado em Hesse, na Alemanha, precisaram contratar o Banco de Frankfurt para limpar o equivalente a US$ 113 milhões em criptoativos.

O objetivo é colocar os recursos de volta em circulação após uma investigação contra três traficantes de drogas descobrir que as criptomoedas foram adquiridas com dinheiro de crimes envolvendo criptomoedas.

A unidade de crimes cibernéticos do Procurador-Geral de Frankfurt recorreu ao Bankhaus Scheich Wertpapierspezialist AG, um Banco de Frankfurt especializado em ativos digitais para devolver a criptomoeda à circulação regular, disse à agência em um comunicado na quarta-feira,  22 de dezembro.

“Como as criptomoedas estão relacionadas com o crime, são considerados ‘moedas contaminadas’ e não podem ser negociadas em exchanges convencionais. O processo agora “garante que os parceiros comerciais sejam informados de que as moedas estão de volta em posse legal e foram declaradas ‘limpas’, permitindo que sejam vendidas” explicou a instituição financeira credora com sede em Frankfurt.

A receita da venda dos criptoativos será transferida para o orçamento do governo estadual. Segundo uma reportagem da Bloomberg, as autoridades informaram que os criminosos irão cooperar em futuros processos criminais.

EUA investigam crimes com criptomoedas

Na segunda feira (20), procuradores do sul da Califórnia do Departamento de Justiça americano entraram com uma ação civil de confisco para proteger o interesse da gigante de tecnologia japonesa Sony e devolver mais de US$ 154 milhões em fundos que foram roubados de uma subsidiária da Sony Group Corporation no Japão.

Em maio, um funcionário da companhia em Tóquio identificado como Rei Ishi, segundo o Ministério Público dos Estados Unidos, supostamente desviou cerca de US$ 154 milhões para uma conta pessoal em um banco do sul da Califórnia e depois converteu em mais de 3.879 BTC – avaliados hoje em quase R$ 1 bilhão.

Os ativos foram apreendidos por autoridades policiais durante a investigação coordenada pelo FBI em uma força-tarefa internacional em 1º de dezembro. Agora, a polícia trabalha para devolver esses fundos à Sony.

“Os criminosos devem tomar nota: você não pode confiar na criptomoeda para ocultar seus ganhos ilícitos das autoridades, Os Estados Unidos trabalham com seus parceiros internacionais para prevenir crimes e recuperar fundos roubados “, disse o procurador-geral dos Estados Unidos, Randy Grossman, no comunicado.

O Departamento de Justiça dos EUA também trabalha em outros casos de crimes envolvendo criptomoedas. No mês passado, a agência anunciou que venderia US$ 56 milhões em criptoativos apreendidos no esquema BitConnect, no qual os promotores enganaram milhares de pessoas em 2017 envolvendo cerca de US$ 2 bilhões em Bitcoin.

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Apaixonada pelo que faz, Aline Fernandes é uma profissional que atua há 20 anos como jornalista. Especializada nas editorias de economia, agronegócio e internacional trabalha na BeINCrypto como editora do site brasileiro. Já passou por quase todas as redações e emissoras do país, incluindo canais setorizados como Globo News, Bloomberg News, Canal Rural e Rádio Estadão/ESPM. Atuou também como correspondente internacional em Nova York e foi setorista de economia dentro do pregão da BM&F Bovespa, hoje B3 - incluindo a cobertura do último pregão viva voz no Brasil. Coordenou um grupo de dez correspondentes em três continentes para decidir as pautas mais relevantes do dia para o telespectador. Já participou de treinamentos e cursos no exterior, passou em zonas de guerra na Cisjordânia, Faixa de Gaza, fronteiras da Síria, Líbano, além da Jordânia e Egito. Atualmente estuda Mídias e Marketing Digital na pós-graduação da ESPM. Acredita no trabalho com ética, excelência, profissionalismo e no bom jornalismo. O futuro é o que estamos realizando agora.

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