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Primo Rico aponta duplo fundo do Bitcoin e vê oportunidade para brasileiros

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Escrito e editado por
Lucas Espindola

03 fevereiro 2026 16:00 BRT
  • O Bitcoin acumula queda em real desde 2025.
  • Comparação com ouro, prata e Ibovespa.
  • Venda de baleias pressiona o preço.
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Thiago Nigro apresentou três pontos que justificam a possível queda do BTC e um momento visto como promissor para brasileiros. No dia 30 de janeiro, o influenciador de finanças Thiago Nigro, do canal O Primo Rico, publicou uma análise apontando que o mercado do Bitcoin atravessa um período negativo. Segundo ele, o cenário indica um fundo preocupante no curto prazo.

Na avaliação do influenciador, desde janeiro de 2025, o Bitcoin acumulou queda de 30% quando medido em real brasileiro. À época, a cotação girava em torno de R$ 427 mil. Nesta terça-feira (3), o preço voltou a recuar e está abaixo de R$ 396 mil por unidade.

O movimento reforçou a perda do patamar de R$ 400 mil. A pressão sobre a cotação em real ampliou a percepção de enfraquecimento do mercado de criptomoedas no Brasil.

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Comparação com outros ativos reforça fraqueza do Bitcoin

Nigro comparou o desempenho do Bitcoin com outros ativos tradicionais. Segundo ele, a prata acumulou alta superior a 260% frente ao dólar dos Estados Unidos no mesmo período. O ouro, por sua vez, subiu mais de 100% entre janeiro de 2025 e 2026.

Outro dado citado foi o desempenho do Ibovespa. O índice, que reflete as ações negociadas na bolsa brasileira, avançou cerca de 50% em um intervalo de 12 meses. Para Nigro, essa diferença evidencia a perda relativa do bitcoin no curto prazo.

“O Bitcoin caiu 30%, e há vários fatores que explicam isso”, afirmou.

Apesar do cenário negativo, o influenciador destacou que a queda pode representar oportunidade. Ele afirmou que o ativo estaria formando um “duplo fundo”, padrão gráfico usado na análise técnica. O termo indica duas quedas consecutivas em níveis semelhantes de preço e costuma sinalizar possível reversão de tendência.

Entre os fatores citados, Nigro destacou a chamada “venda de baleias”. O termo se refere a grandes investidores que detêm grandes quantidades de bitcoin. Quando essas posições são vendidas em conjunto, a oferta aumenta e o preço tende a cair.

Segundo ele, esse movimento ajuda a explicar a pressão recente sobre a cotação. Ao mesmo tempo, abre espaço para que investidores brasileiros entrem no mercado a preços mais baixos, caso o padrão de recuperação se confirme.

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