Polícia Acaba com Golpe de Bitcoin e Prende 9 Pessoas no Paraná

  • Autoridades cumprem 62 mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (5).
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Um golpe com Bitcoin teve nove pessoas detidas após uma operação policial. Investigações preliminares atestam que o esquema movimentou até R$ 1,5 bilhão. Com atividades concentradas no Paraná, a polícia investiga a plataforma que oferecia supostos investimentos em Bitcoin.

No total, 50 policiais visitaram endereços de líderes e pessoas que possuem envolvimento com o negócio, que oferecia lucros de 3% a 4% ao dia. Além de nove pessoas que foram presas na operação, outros dois mandados de prisão foram expedidos.

Apontada como uma organização criminosa, o esquema movimentava dinheiro mediante possíveis investimentos em Bitcoin. A investigação sobre o caso mostra que foram 62 mandados de busca deflagrados pelas autoridades. Dezenas de policiais estiveram em endereços ligados a empresa de Bitcoin que não teve o nome revelado ainda.

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Vítimas de golpe com Bitcoin em seis estados

Com uma movimentação bilionária, a plataforma pode ter feito vítimas em vários estados. Além do Paraná, a Polícia Civil acredita que existem vítimas de seis estados, como São Paulo, Minas Gerais, Maranhão, Bahia e Amapá.

Foram apontados que até 5 mil pessoas podem ter caído no golpe que usava o Bitcoin. No entanto, somente 500 clientes já foram identificados como vítimas da companhia.

Por outro lado, no Paraná o esquema mostra que tinha ramificações por algumas cidades, além da capital. Sendo que foram cumpridos mandados de busca e apreensão nas cidades de Pontal do Paraná, na capital Curitiba, Piraquara e em Pinhais. São Paulo também teve operações do tipo, em endereços com suposta ligação com a empresa que investia em Bitcoin.

Nove pessoas foram presas em esquema 

Nove pessoas foram presas até então na operação deflagrada nesta quinta-feira (05). Segundo o Tribuna Paraná, um dos detidos em Curitiba – PR era agente carcerário. As investigações revelam que o esquema funcionava semelhante a crimes conhecidos como “pirâmides financeiras”.

Veículos que pertenciam aos investigados também foram alvo de busca e apreensão. A oferta de lucro fácil pode ter levado a milhares de vítimas a confiar investimentos no esquema que supostamente operava com o Bitcoin.

Os problemas começaram quando os saques em atraso receberam um prazo de seis meses, segundo relata vítimas que caíram no golpe. A plataforma de investimento em Bitcoin teria acumulado um prejuízo de R$ 20 milhões na Argentina, como aponta a investigação sobre o negócio.

Inicialmente a corretora de criptomoedas Braziliex teve o nome envolvido na mesma operação que prendeu nove pessoas. Porém, a plataforma não está sendo investigada pela polícia. A operação apenas buscou informações na exchange sobre a possível compra e venda de Bitcoin da empresa envolvida no esquema dentro da plataforma.

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