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Worldcoin sobe 16% após reportagem indicar que OpenAI estuda prova de humanidade

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Escrito e editado por
Mohammad Shahid

28 janeiro 2026 19:08 BRT
  • Worldcoin sobe 16% após reportagem indicar que OpenAI avalia prova de identidade para nova rede social
  • O relatório citou opções biométricas, incluindo o Face ID da Apple e a tecnologia de escaneamento de íris da World, embora nenhuma parceria tenha sido confirmada.
  • A medida destaca a crescente urgência em relação aos bots, após a recente repressão do X às ferramentas de engajamento de cripto incentivadas.
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Worldcoin (WLD) disparou mais de 16% em linha reta após uma reportagem da Forbes informar que a OpenAI está desenvolvendo uma rede social projetada para combater o aumento de bots online, utilizando “prova de pessoalidade”.

De acordo com a reportagem, o projeto ainda está nos estágios iniciais e conta com uma equipe inferior a 10 pessoas. Fontes relataram que a OpenAI avalia métodos de verificação biométrica, incluindo o Face ID da Apple e a tecnologia de escaneamento de íris de World.

Preço da Worldcoin dispara após rumores de rede social da OpenAI. Fonte: CoinGecko
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Relatório sobre rede social da OpenAI provoca reação no mercado

O WLD subiu para cerca de US$ 0,53 em poucas horas após a publicação, representando um de seus movimentos diários mais expressivos dos últimos meses.

O volume negociado também avançou à medida que investidores reagiram à possível validação da principal tese de identidade da World.

A World Network, anteriormente chamada de Worldcoin, dedica-se a comprovar que um usuário é uma pessoa real e única, sem depender de documentos tradicionais de identidade.

Seu sistema usa um dispositivo chamado Orb para escanear a íris da pessoa e gerar uma prova criptográfica denominada World ID.

O projeto afirma não armazenar imagens biométricas brutas, convertendo-as em identificadores que preservam a privacidade para impedir identidades duplicadas.

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A proposta dessa iniciativa envolve a prova de pessoalidade.

Diferente do KYC, a prova de pessoalidade não busca identificar quem é o usuário. O objetivo é atestar que cada conta pertence a um humano real.

Isso ganhou relevância devido ao aumento de bots gerados por IA em plataformas sociais, sistemas de governança e mecanismos de distribuição de tokens.

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O problema dos bots obriga plataformas a repensar identidade

No último ano, a World Network ampliou sua infraestrutura e buscou a adoção do World ID em maior escala. Paralelamente, enfrentou críticas regulatórias em diversas regiões devido à coleta de dados biométricos.

Essas pressões retardaram implantações em certos mercados, mas também intensificaram o debate sobre identidade digital e privacidade.

A reportagem sobre a OpenAI surge enquanto grandes plataformas enfrentam dificuldades evidentes com bots.

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No início deste mês, a X atualizou suas regras de API e algoritmo para bloquear projetos cripto InfoFi que recompensam financeiramente postagens e engajamento.

A X informou que esses incentivos alimentavam a ação de bots e o conteúdo de baixa qualidade, agravando o problema de spam na plataforma.

Em conjunto, esses fatos indicam uma mudança de paradigma. Plataformas caminham do modelo reativo de moderação para controles mais rígidos de identidade e participação.

A prova de pessoalidade aparece entre as poucas alternativas sugeridas que não exigem divulgação integral da identidade.

Ainda que a OpenAI não tenha anunciado um produto ou cronograma, a reação do mercado evidencia como investidores cripto permanecem atentos a sinais de que grandes empresas de tecnologia priorizam identidades descentralizadas e verificação humana.

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