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Métricas do mercado DeFi dobram após primeiro trimestre sem precedentes

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Atualizado por Paulo Alves

EM RESUMO

  • Valor total bloqueado (TVL) aumentou até 170% durante o primeiro trimestre.
  • Os volumes DEX dobraram com o crescimento da Binance Smart Chain.
  • A emissão de stablecoins cresceu 100%.
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Diversas medições relevantes do setor de finanças descentralizadas (DeFi) dobraram no primeiro trimestre do ano.

O hype do momento pode estar em torno dos tokens não-fungíveis (NFT), mas as moedas DeFi conseguiram um grande crescimento nos três primeiros meses de 2021, mesmo que de forma silenciosa. 

Um relatório da The Defiant, divulgado nesta quinta-feira (1), analisou algumas das métricas da indústria, incluindo o valor total bloqueado (TVL), volumes de exchanges descentralizadas e criação de stablecoins.  

As descobertas do relatório mostram que as coisas estão muito otimistas para o ecossistema das finanças descentralizadas, apesar dos NFTs estarem em maior evidência no momento. 

DeFi obteve um crescimento fenomenal no Q1

Começando com o TVL, o relatório revelou que os depósitos em protocolos DeFi na rede Ethereum mais do que dobraram, saltando de US$ 16,6 bilhões no início do ano para US$ 37,7 bilhões. Esse valor é 90% acima do ocorrido no quarto trimestre de 2020. Os dados são do provedor de carteiras cripto DeBank. 

A DappRaddar relata números ainda maiores, de US$ 22 bilhões para US$ 54 bilhões, aumento de 145%. Já a DeFi Pulse está informando ganhos de 175% no trimestre com o valor total bloqueado, subindo de US$ 16 bilhões para US$44 bilhões. 

Foi apontado que devido ao grande domínio da rede Ethereum no setor Defi, metade desse aumento pode ser atribuído aos aumentos de preços da ETH, que agora é rotulada como “dinheiro ultra-som“. Neste mesmo período, os preços da criptomoeda valorizaram quase 150%.

A Binance Smart Chain (BSC) também teve um trimestre de sucesso, com o TVL valorizando 34 vezes, chegando a marca de US$ 8 bilhões no dia 31 de março. 

Volumes DEX dobraram no período

Os volumes diários de DEX também dobraram durante o período, com uma média acima dos US$ 2 bilhões no primeiro trimestre do ano. Em comparação, o valor do quarto trimestre de 2020 foi de US$ 1 bilhão, segundo o DeBank. 

Parte deste crescimento foi atribuído ao aumento do uso da BSC;

“Tal como acontece com o TVL, o volume DEX foi reforçado pelo aumento do BSC. A rede nunca facilitou mais de US$ 300.000 em negociações antes de 2021, mas agora parece estar no caminho para uma média de mais de US$ 1 bilhão em volume depois de atingir uma alta de US$ 1,9 bilhão em 24 de março”. 

A pesquisa também revelou que o volume de stablecoins também dobrou no primeiro trimestre de 2021, saltando de US$ 21 bilhões para mais de US$ 42 bilhões. 

O volume de empréstimos nas plataformas DeFi aumentou em mais de 3,5 vezes, indo de US$ 3,9 bilhões para US$ 13 bilhões. A Compound Finance responde por 55% do mercado, enquanto a MarkerDAO por quase 30%.

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Martin Young
Martin tem abordado os últimos desenvolvimentos em segurança cibernética e infotech por duas décadas. Ele tem experiência em trade e tem coberto ativamente a indústria de blockchain e criptomoedas desde 2017.
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