O Meta, antigo Facebook, pode ser a próxima grande empresa de tecnologia e mídia social a explorar o mercado de tokens não fungíveis (NFT).
O Meta pode em breve permitir que seus usuários tenham interação com NFTs em seus perfis nas redes sociais controladas pela empresa, segundo informações do Financial Times.
Nesse sentido, o Twitter foi a primeira rede social a abraçar este novo mercado, permitindo que usuários usem seus NFTs como fotos de perfil na rede, além de criar uma nova aba onde é possível expor toda a coleção de tokens para os seus seguidores. Agora, o Meta pretende ir ainda mais longe neste segmento.
Novo marketplace NFT
Citando várias informações e fontes relacionadas ao tema, a reportagem do FT destaca que a companhia liderada por Mark Zuckerberg pretende oferecer um recurso que ajude seus usuários a criar seus próprios NFTs.
Além disso, as redes sociais da empresa poderão atuar como um novo marketplace dessa modalidade de tokens, onde usuários poderão comprar e vender seus ativos uns com os outros.
Nenhum representante da empresa quis comentar sobre o assunto, e ao que tudo indica, o projeto ainda está em seus estágios iniciais. A reportagem ainda destaca que seu eventual lançamento irá depender do sucesso do Novi, carteira cripto desenvolvida pelo Meta.
Lançado nos Estados Unidos em outubro do ano passado, o Novi já possui integração com o WhatsApp, um dos principais aplicativos da companhia. No entanto, a carteira tem enfrentado resistência dos políticos locais, sendo inclusive investigada por reguladores bancários.
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Meta explorando o mundo cripto
O Meta parece estar cada vez mais aberto ao mundo cripto. No final de 2021, a empresa passou a liberar anúncios relacionados à criptomoedas, além de revelar planos de aumentar sua compatibilidade com a tecnologia blockchain.
Sobre NFTs, Zuckerberg chegou a afirmar que essa modalidade de ativo poderia ajudar nos planos da empresa em relação ao metaverso. Também vale destacar que o Instagram, outra rede social comandada pela empresa, já está explorando alternativas em relação a este mercado, segundo o seu CEO, Adam Mosseri.
Além disso, a companhia possui um projeto de stablecoin, a Diem. Dessa forma, diversas ações promovidas pelo Meta indicam de que os planos revelados pelo Financial Times podem realmente se tornarem realidade num futuro próximo.
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