Lula oficializa TV 3.0: nova era da televisão aberta começa em 2026

  • O Governo projeta que a TV 3.0 esteja no ar em junho de 2026, em tempo de acompanhar a próxima Copa do Mundo.
  • A TV 3.0 promete transformar a forma de assistir: interatividade, compras e mais visibilidade para canais abertos.
  • O Brasil será o primeiro país das Américas a adotar a nova geração da televisão aberta e gratuita.
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O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou nesta quarta-feira (27), no Palácio do Planalto, o decreto que estabelece a implantação da TV 3.0 no Brasil. A tecnologia marca a próxima geração da televisão aberta e gratuita, trazendo avanços em qualidade de imagem, interatividade e integração digital.

A cerimônia contou com a presença de representantes das principais emissoras do país, que demonstraram apoio ao projeto. O novo sistema deverá começar a ser implementado a partir de 2026, inaugurando um capítulo na história da radiodifusão brasileira.

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Brasil será o primeiro das Américas a implantar TV 3.0

O presidente Lula destacou que a implantação da TV 3.0 atende a uma prioridade de sua equipe de comunicação. O ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social (Secom), Sidônio Palmeira, ressaltou que o avanço tecnológico representa mais do que modernização: é também uma questão de soberania nacional.

Segundo Palmeira, o Brasil será o primeiro país das Américas a adotar a nova geração da televisão aberta e gratuita. Ele afirmou que o decreto simboliza a visão de futuro para a agenda digital do governo, baseada em cooperação, inovação e independência tecnológica. “

Hoje, falamos não apenas de soberania, mas de soberania digital — e a TV 3.0 está no centro desse movimento, afirmou.

TV 3.0 até a próxima Copa do Mundo

Segundo o governo, a estreia da TV 3.0 deve ocorrer em junho de 2026, no embalo da Copa do Mundo.

Apontada como a “televisão do futuro”, a TV 3.0 vai unir a transmissão tradicional de áudio e vídeo ao acesso direto à internet, criando um ambiente interativo. Com a nova tecnologia, será possível utilizar aplicativos, interagir com a programação e até realizar compras sem sair da tela do televisor — uma oportunidade inédita para diversificar receitas das emissoras.

Diferente das atuais SmartTVs, os novos aparelhos virão com um catálogo de canais abertos como primeira tela, corrigindo a falta de destaque dessas emissoras frente às plataformas de streaming.

Segundo o ministro, outro diferencial é a interface baseada em aplicativos, permitindo que os canais ofereçam, além da transmissão em tempo real, conteúdos adicionais sob demanda, como séries, jogos e programas exclusivos. Assim como a TV digital, a implementação/migração para nova tecnologia será gradativa.


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