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Influencers cripto acreditam sofrer shadow ban do Twitter (X)

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Atualizado por Bruna Brambatti

EM RESUMO

  • Influenciadores cripto no Twitter (X) relatam suspeitas de shadow bans, afetando o crescimento de seguidores.
  • PlanB, Raoul Pal e outros observam quedas repentinas ou estagnação no número de seguidores, alimentando a especulação.
  • O Bitcoin Archive atribui os problemas dos seguidores às tendências do mercado, o que contrasta com as alegações de proibição de sombra.
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Os influenciadores cripto estão cada vez mais expressando preocupações sobre suspeitas de shadow bans no Twitter (X).

Figuras proeminentes como PlanB, Raoul Pal, Crypto Rand e Randi Hipper notaram uma estagnação significativa em suas contagens de seguidores, o que levou a especulações sobre o algoritmo da plataforma.

Um shadow ban é uma prática em que o conteúdo ou a conta de um usuário é parcial, ou totalmente bloqueado de uma comunidade on-line sem o seu conhecimento. Isso significa que, embora os usuários ainda possam publicar e interagir com a plataforma, seu conteúdo se torna invisível ou menos visível para outros usuários.

Influencers cripto sofrem com shadow ban no Twitter (X)?

As plataformas de redes sociais costumam usar o shadow ban para moderar o conteúdo e reduzir a visibilidade de spam, conteúdo inapropriado ou que viole as regras sem notificar diretamente o usuário. Isso pode evitar reações adversas ou tentativas de contornar a proibição.

No entanto, também pode gerar confusão e frustração entre os usuários que acreditam estar sendo injustamente visados.

Esse é o caso do PlanB. O analista, conhecido por seu modelo de Bitcoin de stock-to-flow, escreveu recentemente sobre o problema.

“O X/Twitter restringe minha conta. Semana após semana, todos os dias eu ganho cerca de 2.000 seguidores, chegando a 1,977 milhão de seguidores… então, da noite para o dia, BOOM -2.000, de volta abaixo de 1,975 milhão”, disse PlanB.

O ex-gerente de fundos de hedge e fundador da Real Vision, Raoul Pal, compartilhou uma experiência semelhante. Ele explicou que sua conta tem 1,045 milhão há vários meses e “nunca se move”. Essa estagnação parece afetar os influenciadores cripto de modo geral, independentemente da qualidade de seu conteúdo ou do nível de engajamento.

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Crypto Rand concordou com esses sentimentos, afirmando que sua conta está presa a 300.000 seguidores há um ano e meio. Esse platô prolongado no crescimento de seguidores é intrigante, principalmente para contas que já tiveram um rápido aumento de seguidores.

Randi Hipper, outra voz no espaço cripto, também expressou sua frustração.

“Os seguidores nunca se movem. Eu costumava ganhar milhares toda semana, crescendo como uma erva daninha! É quase impossível construir aqui, especialmente para uma conta de cripto”, disse Hipper.

Rede social é a culpada?

Em contraste com esses pontos de vista, o Bitcoin Archive ofereceu uma perspectiva diferente. Ele sugeriu que a estagnação pode ser devida a uma tendência mais ampla do mercado.

“A estabilização dos seguidores se deve principalmente ao fato de não haver muito crescimento no momento, e nossas contas já são bastante grandes. Isso se manifesta no YouTube e no Twitter em mais de uma dúzia de contas grandes. O interesse do varejo é baixo. A maioria dos interessados em bitcoin/cripto provavelmente já está seguindo”, declarou o Bitcoin Archive.

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Embora esses influencers tragam valor e engajamento significativos para a comunidade cripto, a aparente estagnação de seguidores levanta questões sobre as políticas e os algoritmos atuais do Twitter (X). Quer se trate de um caso de banimento sombra ou de um reflexo do sentimento atual do mercado cripto, as preocupações desses influenciadores de cripto destacam os desafios para aumentar e manter uma presença on-line.

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Júlia V. Kurtz
Editora-chefe do BeInCrypto Brasil. Jornalista de dados com formação pelo Knight Center for Journalism in the Americas da Universidade do Texas, possui 10 anos de experiência na cobertura de tecnologia pela Globo e, agora, está se aventurando pelo mundo cripto. Tem passagens na Gazeta do Povo e no Portal UOL.
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