Índice de medo do Bitcoin afunda para menor nível desde março de 2020

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EM RESUMO
  • O Índice de Medo e Ganância caiu para seu nível mais baixo desde o crash de março de 2020.

  • As perdas de quarta-feira (20) foram maior em volume, mas menor em porcentagem.

  • O Bitcoin enfrenta problemas envolvendo China e tuítes de Elon Musk.

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O Índice de Medo e Ganância do Bitcoin (BTC), que mede o sentimento do mercado, caiu para o nível mais baixo desde o crash de março de 2020.

Devido ao início da epidemia do coronavírus no ano passado, o mercado desabou nos dias 12 e 13 de março de 2020. Nesses dias, o Fear & Greed Index caiu para 14 e 10, indicando “Medo Extremo”. O Índice atingiu o seu ponto mais baixo de oito pontos nos dias 17 e 26 daquele mês.

Nesta quinta-feira (20), o índice está em 11 após as perdas recentes do mercado, especialmente nas últimas 24 horas. As perdas do ano passado foram maiores em termos de porcentagem, com o Bitcoin caindo mais de 50%, de US$ 8.000 para US$ 3.800. No entanto, o valor monetário das quedas recente excede em muito o do ano passado, com a criptomoeda perdendo US$ 70 bilhões em valor de mercado.

Quedas recentes nas criptomoedas

O Bitcoin tem enfrentado dificuldades recentemente, devido a diversos fatores, incluindo a China relembrando da proibição a bancos de usarem criptomoedas e tuítes de Elon Musk.

Na quarta-feira (19), a China proibiu as instituições financeiras e empresas de pagamento do país de fornecer serviços relacionados a transações de criptomoedas. Isso os impede de oferecer aos clientes serviços como registro, negociação, compensação e liquidação desses ativos.

As autoridades chinesas citaram que a volatilidade das criptomoedas “infringem gravemente a segurança da propriedade das pessoas e perturbam a ordem econômica e financeira normal.” Isso fez com que o já instável mercado de criptoativos despencasse, com o Bitcoin caindo para US$ 30.000.

No entanto, o mercado poderia ter absorvido o choque da notícia se não fossem os comentários anteriores de Elon Musk. As quedas recentes no mercado começaram quando o CEO da Tesla anunciou que a empresa não aceitaria mais o Bitcoin como meio de pagamento.

O bilionário citou preocupações ambientais, dizendo que o ativo é uma boa ideia, mas “não pode ter um grande custo para o meio ambiente”. Isso fez com que a moeda inicialmente caísse abaixo de seu nível de suporte de US$ 50.000.

Musk agravou ainda mais a situação dias depois, quando um usuário do Twitter especulou que a Tesla iria “se desfazer do resto de suas reservas de Bitcoin”. Musk deu a entender que esse poderia ser o caso, respondendo: “De fato”, o que desencadeou mais perdas para a moeda até que ele decidiu “esclarecer as especulações”, dizendo: “A Tesla não vendeu nenhum Bitcoin”.

A moeda então caiu para cerca de US$ 45.000, até que as notícias da China causaram o último mergulho. O ativo é negociado atualmente por pouco mais de US$ 40.000.

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Nick é professor de habilidades de comunicação oral e especialista em ciência de dados em Budapeste, Hungria, com mestrado em Business Analytics. Ele entrou relativamente tarde no campo da tecnologia de criptomoedas e blockchain, mas está intrigado com seu potencial de uso econômico e político. Ele pode ser descrito como um cético otimista de centro-esquerda.

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