A Chainlink (LINK) voltou a subir no fim de semana, com dados on-chain indicando que essa tendência de alta veio para ficar.
Atualmente, a LINK acumula uma valorização de mais de 20% desde a mínima de US$ 12,60 registrada no dia 8 de janeiro.
Com isso, o token já recuperou boa parte das quedas vistas no final de 2023, quando atingiu uma máxima em US$ 17,60 – seu maior valor desde abril de 2022.
Um topo mais alto está a caminho?
Dados on-chain são otimistas
O número de LINKs depositadas em exchanges na atualidade é de menos de 15% da oferta total do ativo. Esta é a menor porcentagem desde 5 de fevereiro de 2020, de acordo com a Santiment.
Este declínio é visto como algo positivo para a ação do preço, pois mostra que a maioria dos detentores não está disposta a negociar suas criptomoedas ao nível de preço atual, prevendo uma nova alta de preços.
Além disso, o número de carteiras contendo reservas em LINK superou a marca de 713 mil, ficando apenas 6% abaixo do seu recorde histórico.
Ambos os indicadores apontam não apenas para uma maior expectativa em torno do ativo, mas também por um aumento de adoção. Nos últimos meses, a Chainlink teve destaque ao atuar como uma porta de entrada das finanças tradicionais ao mundo blockchain.
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O que esperar da LINK para os próximos dias?
O gráfico semanal mostra que a LINK voltou a subir após atingir o nível de retração de 0,5 de Fibonacci do seu último movimento de alta, iniciado em outubro.
Superar o último topo, em US$ 17,60, indicaria que o salto atual não é apenas um movimento corretivo, mas sim o início de um novo ciclo de alta.

O gráfico diário dá sinais de alta. Neste tempo, a LINK vem sendo negociado dentro de um retângulo desde 8 de novembro, não conseguindo fechar candles acima ou abaixo desse padrão gráfico.
Atualmente, o preço está na parte de cima do retângulo. Além disso, a média móvel exponencial de 9 períodos (azul) está perto de cruzar acima da EMA de 21 períodos (laranja), o que seria um grande sinal de alta.

Caso haja um rompimento acima do triângulo, a Chainlink teria caminho livre para subir até a sua resistência mais próxima, em US$ 18,82.
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