A América Latina (LATAM) emergiu como uma região chave para o mercado de criptomoedas. Com a adoção acelerando por todo o continente, países como o Brasil estão assumindo o centro do palco nessa indústria. Por trás desse aumento estão a demografia, a instabilidade econômica e o crescente interesse por ferramentas financeiras mais acessíveis.
Reconhecendo esse momento, a MEXC—uma das principais exchanges globais—está adaptando seus serviços aos mercados locais. Seus esforços mais recentes oferecem um vislumbre de como as plataformas estão se adaptando para atender às necessidades específicas dos usuários em todo o LATAM, começando pelo Brasil.
Brasil lidera enquanto crescimento de cripto acelera na América Latina
Vários relatórios destacaram o ritmo acelerado da adoção de cripto na América Latina. De acordo com a Triple-A, a região lidera o crescimento global em 2024, com uma taxa de adoção reportada de 116%.
Esse momento também se reflete no sentimento dos usuários. Uma pesquisa recente da Binance Research descobriu que 95% dos usuários de cripto no Brasil, Argentina, Colômbia e México planejam aumentar suas participações até 2025—indicando forte confiança no potencial de longo prazo dos ativos digitais. A pesquisa também observou que a América Latina agora abriga 55 milhões de usuários de cripto, representando quase 10% da base global de usuários de cripto.
Entre esses mercados, o Brasil se destaca como líder regional claro. O país ficou em primeiro lugar na América Latina e em décimo globalmente no Índice de Adoção de Cripto da Chainalysis de 2024.
MEXC expande acesso com suporte completo ao Real em serviços importantes
Dado esse cenário promissor, a MEXC lançou pares de negociação em real brasileiro (BRL) em sua plataforma global. A partir de 17 de março, os usuários podem negociar BTC/BRL, ETH/BRL, SOL/BRL e outros ativos diretamente na moeda local.
Ao apoiar negociações diretas em BRL, a MEXC reduz a necessidade de múltiplas conversões de moeda e minimiza a exposição às flutuações cambiais. Para facilitar o processo de adesão, a exchange está oferecendo taxas de negociação zero em todos os pares spot BRL até 18 de abril.
“A América Latina é um dos mercados que mais cresce para adoção de criptomoedas, mas os usuários enfrentaram desafios com flutuações de taxa de câmbio e altas barreiras de negociação. Com o suporte localizado para pares de negociação BRL e o MEXC Convert, estamos comprometidos em fornecer aos usuários latino-americanos uma experiência de negociação contínua e de baixo custo, impulsionando ainda mais a inclusão financeira na região,” disse ao BeInCrypto Carlos Ruiz, porta-voz da MEXC na América Latina.
Além disso, em 20 de março, a MEXC expandiu sua funcionalidade Convert para suportar BRL. Esta ferramenta permite que os usuários troquem instantaneamente BRL por criptomoedas principais como BTC, ETH e USDT—sem deslizamento, taxas de negociação ou a necessidade de usar um livro de ordens.
O MEXC Convert fornece cotações em tempo real, que permanecem fixas por oito segundos, oferecendo aos traders transparência e estabilidade ao entrar ou sair do mercado em moeda fiduciária. É projetado para facilitar o uso, particularmente para usuários que preferem simplicidade em vez da complexidade das negociações tradicionais.
Além disso, a exchange suporta BRL em sua plataforma P2P, que se expandiu para incluir outras moedas latino-americanas, como o peso argentino (ARS), peso colombiano (COP), peso mexicano (MXN) e bolívar venezuelano (VES). Os usuários podem comprar e vender criptomoedas como BTC, ETH, USDC e USDT diretamente com essas moedas, sem taxas de plataforma e com uma variedade de métodos de pagamento locais disponíveis.
Aumento de Participação de Mercado da MEXC em 2024 Prepara o Terreno para Expansão Regional
O lançamento dos recursos denominados em BRL pela MEXC reflete uma estratégia mais ampla para fortalecer sua posição em mercados de alto crescimento. Além da América Latina, a exchange tem visto um notável impulso global.
O Relatório Anual de Exchanges de Cripto de 2024 da TokenInsight mostra que a MEXC registrou o maior aumento de participação no mercado entre as principais exchanges centralizadas, subindo de 2,4% para 11,6% ao longo do ano. A exchange também ficou entre as seis principais para negociação spot e entre as cinco principais para derivativos.
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